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Natal, a CAPITAL que virou QUEIJO DE COALHO.



É isso mesmo amigos, quem nunca teve seu carro dentro de um buraco nas ruas de Natal ?


O descaso com nossa capital é tão grande, que passou a ser motivos de piadas,  até ontem, nossa capital era conhecida como a CIDADE DO SOL, hoje por ironia do destino, carregamos a triste realidade de ser chamada de "CIDADE QUEIJO DE COALHO".





















As inúmeras crateras que crescem nas vias públicas, já passou a ser manchetes em todo Brasil, como a RUA DA BANANEIRA, que teve como fato cômico o seguinte:

Um senhor que por várias vezes quebrou seu carro no mesmo buraco em sua rua, cansou de faser reclamações a prefeitura, e de iniciativa própria plantou uma BANANEIRA dentro do buraco, que enrraizou e passou a ter função de uma placa de sinalização de trânsito, com uma observação, a prefeitura de Natal nunca apareceu, NEM PARA RETIRAR A BANANEIRA, NEM PARA TAPAR OS BURACOS.
             
De uma coisa a população de Natal não pode reclamar, as variações de buracos são muitas.
                
                   TEMOS BURACOS PARA TODO GOSTO...


                               o buraco do profeta
                 
          
                                  buraco fonte da disilusão



                      Cruzamento da Av. Floriano Peixoto com a Av. Mossoró – Cidade Alta.


             não se desespere, essa é a solução para o seu carro.                        




Agora me digam, como pode uma cidade que vai ser sede de um evento do porte de uma COPA DO MUNDO, ter suas ruas deixadas ao DEUS dará, sem nenhuma infra-estrutura?









Antes esse descaso era só em alguns bairros de Natal, hoje até os mais chiques bairros da capital como: Tirol, Petrópoles, Morro branco e outros, estão literalmente a ver navios, visto que ruas e mais ruas ficam em baixo d'água, quando em épocas de chuvas, e depois os enormes buracos são os companheiros fiéis dos natalenses.









Cuidado pessoal, Se correr os buraco pega,


e se ficar, a chuva, hummmmm.








Tenho dito,




Beto Nazário

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