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Meu Brasil de glórias mil e insatisfações pré-fabricadas...

 O Brasil espiado pelos zoiãos do Povo


Vendo essa traumática e aperreada situação calamitosa de nosso país, lembro-me, do grande político e analista social, Odorico Paraguaçu, prefeito eternizado, da cidade de Sucupira. 

Durante sua performítica vida pública, usou dos mais criativos e termos, oriundos de uma cuca pensante, e atuante, na busca incessante de socializar suas atitudes, muitas vezes amadas por poucos, e odiadas por muitos.

Como diria o rei dos persas, Dario Peito de Aço, pra cada problemática tem uma solucionática. Nos dias atuais nada mais me resta ha não ser afirmar meus caros jornalistas, que isso me deixa bastantemente entristecido com o coração afogado na daceptude e no desgosto, 


Numa hora em que eu procuro arrancar o azeite-de-dendê do estágio retaguardista do manufaturamento, me vêm com esses acusatórios destabocados,  somentemente porque meia dúzia de infelizes das costas oca, procuram desabonar a conduta impenetrável de nossa administração, ocularmente bem apresentada.


Parem com esse perguntório e essa cara de disenteria, temos é que tratar dos providenciamentos inauguratícios do cemitério, onde vai ser sepultada a moral que nos restam, moral essa, sempre acompanhada pelas bilocas dos zois do povo, esses de quem sempre nos observam. 

Como é sabido de Vossas Senhoricências, infelizmentemente, esses eventos malditolosos, que vem dos seios das terras Brasilienses, onde deixa-me mais amargurado do que antes, pois vem dos meus amadorosos filhos, incentivados por essa imprensa safadista, em que tenho a mais intrincítica certeza, que é uma confabulância político-sigilista, na única intenção de amuxicar nossa administração. 

E hoje, talqualmente César, estou cercado de Brutus por todos os lados.

O Brasil tem hoje, devo afirmar, uma administração cangacista, desalfabetizada, e desapetrechada de caráter, mais como tal, os meios justificam os derradeiros.  

Estou aqui, com a alma lavada e enxaguada de indignação, por esses atos covardista e crapulento contra nossa administração pura e transparente, digo eu, como as águas de pureza.  

Tais atos, me deixam na condição do mais triste vexame, onde já não vinhemos muito bem, e hoje, nos encontremos em estado de defuntice compulsória. 

Meus conterrâneos, Como um líder atual de mãos limpas, e o coração nu, despido estripitisicamente de qualquer ambição de glória, nessa hora exorbitante, nesse momento extrapolante, eu alço os olhos para o meu destino e, vendo no céu a cruz de estrelas que nos protege, peço a Deus, que olhe para nossa terra e abençoe a brava gente Brasileira.

Salve a minha terra das boas intenções daqueles que se dizem amigos, Pois o inferno ta lotado desses mal malfazejos...



Tenho dito,


Beto Nazário 

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